O “volume útil” dos reservatórios de água que abastecem a região metropolitana de São Paulo subiu de 50,07,% para 55,4% nos últimos 7 dias. Em 24 de outubro, quando a Arsesp (Agência Reguladora de Serviços Públicos do Estado de São Paulo) lançou um plano de contingência para reduzir o consumo, o nível do “volume útil” do SIM (Sistema Integrado Metropolitano) estava em 28,7%.
O “volume útil” é a diferença entre o volume total e o “volume morto”, que fica abaixo do ponto de captação normal e de onde a água só pode ser retirada por bombeamento. A escassez atual é causada por falta de chuva.
As faixas do plano de contingência de São Paulo não são fixas. São alteradas a partir de uma avaliação geral do comportamento do sistema integrado.
Eis os atuais limites:
- faixa 1 (abaixo de 59,9%) – revisão das transposições de bacia e reforço das campanhas de uso consciente da água;
- faixa 2 (abaixo de 53,09%) – redução da pressão na rede de abastecimento por 8 horas noturnas;
- faixa 3 (abaixo de 47,09%) – redução de pressão por 10 horas;
- faixa 4 (abaixo de 41,09%) – redução de pressão por 12 horas;
- faixa 5 (abaixo de 35,08%) – redução de pressão por 14 horas;
- faixa 6 (abaixo de 25,09%) – redução de pressão por 16 horas, instalação de bombas para captar o “volume morto” e ligações emergenciais em hospitais, clínicas de hemodiálise, presídios e postos de bombeiros;
- faixa 7 (abaixo de 15,09%) – rodízio no abastecimento.
A medida de contingência permanece na faixa 3, com redução da pressão da água por 10 horas ao dia. A troca de faixa –com aumento do tempo de redução da pressão– só é feita quando o nível se mantém abaixo do limite por 7 dias consecutivos. Para relaxar a medida e voltar a uma faixa anterior, com a diminuição mais branda do tempo de redução de pressão, é preciso que o nível se mantenha acima do limite por 14 dias consecutivos.
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