Após objeção de defesa, juíza determinou que preso poderia ficar em prisão domiciliar sem usar o equipamentoApós objeção de defesa, juíza determinou que preso poderia ficar em prisão domiciliar sem usar o equipamento

Justiça exige tornozeleira de preso que não tem as pernas e recua

2026/03/16 09:58
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A Justiça de Santa Catarina concedeu prisão domiciliar a um condenado que não tem as duas pernas, com a condição do uso de tornozeleira eletrônica. Segundo a defesa do homem, representada pelo advogado criminalista Diego Valgas, após pedido de nova análise, a juíza Maria Augusta Tonioli revogou a exigência do uso do equipamento.

Valgas, que divulgou o caso nas redes sociais, afirma que a condição física do detento estava documentada de forma clara no processo. O advogado criminalista questionou a execução da determinação judicial.

“Como é que vai efetivar essa ordem judicial?”, afirmou. “Confesso que em mais de 15 anos de profissão, eu não sei como vai suceder isso”, declarou.

O pedido de prisão domiciliar foi fundamentado justamente em problemas de saúde e na condição física do cliente. A defesa apresentou argumentos baseados nessas circunstâncias para obter a concessão do benefício.

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