O Ibovespa, principal índice da Bolsa brasileira, fechou esta sexta-feira (20) em alta de 1,06%, aos 190.534,42 pontos, renovando seu recorde pela 12ª vez em 2026. Foi a primeira vez na história que o índice terminou uma sessão acima de 190 mil pontos.
A alta foi sustentada pela decisão da Suprema Corte dos Estados Unidos de derrubar tarifas comerciais impostas pelo presidente Donald Trump com base na Lei de Poderes Econômicos de Emergência Internacional (IEEPA).
Horas depois, Trump afirmou que assinaria um decreto impondo tarifa global de 10% com base na Seção 122 da Lei de Comércio. Apesar das declarações, o mercado reagiu com alívio.
Na semana, a Bolsa subiu 2,18%, no sétimo avanço semanal consecutivo. No mês, a alta é de 5,05%. Em 2026, o índice acumula valorização de 18,25%.
O setor financeiro liderou os ganhos. As ações do Bradesco avançaram 2,07% (ON) e 2,02% (PN). Santander (Unit) subiu 3,12%, enquanto o Banco do Brasil (ON) ganhou 2%. Itaú (PN) avançou 1,40%.
A Vale subiu 3,23%, fechando na máxima do dia. Já a Petrobras teve desempenho misto: ON caiu 0,61%, enquanto PN subiu 0,42%.
Entre as maiores altas do dia destacaram-se Vamos (+4,01%), MRV (+3,09%) e Azzas (+2,83%). Já entre as quedas, ficaram Raízen (-3,23%), Hapvida (-2,69%) e Vivara (-1,88%).
Acompanhe o gráfico Ibovespa (em tempo real):
O Produto Interno Bruto (PIB) dos EUA cresceu 2,2% em 2025, abaixo das projeções de mercado. Segundo Adam Hetts, da Janus Henderson, a desaceleração foi impactada pelo shutdown do governo, que durou 40 dias entre outubro e novembro e reduziu temporariamente os gastos públicos.
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