Câmera — Foto: Unsplash
Seja para seguir uma estética mais retrô ou para proteger o celular em meio à multidão, os turistas têm apostado em câmeras digitais e analógicas para registrar os momentos do carnaval 2026.
Bruna Veiga está curtindo pela primeira vez o carnaval carioca. A portuguesa, que mora em Lisboa, conta que decidiu investir em uma câmera analógica tanto pelo estilo das fotos quanto pela sensação de segurança.
— Sinto que é mais seguro tirar fotos assim do que com o celular no meio das pessoas — afirma.
João Pedro Resende, que vem de São Paulo e participa pela terceira vez do carnaval do Rio, também optou por usar uma câmera digital, principalmente por questão de segurança.
— É mais prático e também é bom para não ser roubado — brinca.
O advogado diz que ainda sente um pouco de receio ao curtir a festa, mas ressalta que teve uma boa experiência no ano passado e segue tomando precauções.
— Tinha revista nos blocos e eu não vi ninguém ser assaltado. Mesmo assim, uso o celular só para mandar mensagem e deixo as fotos por conta da câmera — conta.
Na noite de ontem, durante a saída da dispersão da Unidos do Jacarezinho, primeira escola a desfilar pela Série Ouro, na Sapucaí, quatro turistas francesas, da cidade de Marselha, foram vítimas de um arrastão. O grupo foi abordado na Rua Frei Caneca, logo após deixar a área da dispersão.
Segundo relato das jovens, homens as cercaram e as pressionaram contra a parede. Uma delas teve o celular roubado. No momento da ação, não havia policiamento no trecho onde ocorreu o crime.
As francesas chegaram ao Rio depois de uma temporada de turismo no Amazonas e estavam acompanhando os desfiles como parte do roteiro da viagem pelo Brasil.


