Golpe internacional desviou milhões usando plataformas falsas de criptomoedas Operação dos EUA prendeu líderes e recupera parte dos valores Caso reforça alerta Golpe internacional desviou milhões usando plataformas falsas de criptomoedas Operação dos EUA prendeu líderes e recupera parte dos valores Caso reforça alerta

Governo dos EUA desmantela quadrilha de golpe de criptomoedas de R$180 milhões em megaoperação internacional

2026/02/01 07:00
  • Golpe internacional desviou milhões usando plataformas falsas de criptomoedas
  • Operação dos EUA prendeu líderes e recupera parte dos valores
  • Caso reforça alerta sobre riscos e fraudes no mercado cripto

O governo dos Estados Unidos desmantelou uma quadrilha internacional responsável por um golpe de criptomoedas que desviou mais de R$ 180 milhões de investidores. As autoridades federais divulgaram que o esquema prejudicou 174 pessoas e operava a partir de centros de fraude no Camboja, usando plataformas falsas para atrair vítimas em vários países.

O Departamento de Justiça informou que o cidadão chinês Jingliang Su admitiu participação direta no esquema e agora enfrentará pena em prisão federal. Ele também foi condenado a devolver mais de US$ 26 milhões às vítimas, após confessar envolvimento em um negócio ilegal de transferência de dinheiro.

Os investigadores afirmam que Su e seus cúmplices usavam táticas agressivas e altamente persuasivas. Eles enviavam mensagens em redes sociais, aplicativos de namoro e até ligações não solicitadas para convencer as vítimas a investir em supostas plataformas de criptomoedas. No entanto, todo o sistema era falso.

Golpe usava redes sociais e sites falsos

Os golpistas atuavam com precisão. Eles criavam sites que imitavam corretoras reais para simular ganhos falsos e manter as vítimas confiantes. Contudo, todo o dinheiro enviado era imediatamente desviado para contas controladas pela quadrilha.

As autoridades explicam que, após receber os valores, Su e seus parceiros lavavam o dinheiro usando uma empresa de fachada nos EUA e uma conta no Deltec Bank, nas Bahamas. Depois, convertiam os valores na stablecoin Tether (USDT) e enviavam para carteiras ligadas às operações criminosas no Camboja.

Esse modelo, segundo especialistas, já se tornou tendência entre quadrilhas internacionais, pois combina baixa rastreabilidade, alta velocidade de movimentação e múltiplas jurisdições, dificultando a ação das autoridades.

Condenações avançam e operação internacional continua

As investigações revelaram que oito integrantes da quadrilha já confessaram participação no esquema. Alguns receberam penas de 36 a 51 meses em prisões federais dos Estados Unidos. Além disso, a operação continua ativa, e novas ações de cooperação internacional estão em andamento.

Bill Essayli, primeiro assistente do procurador dos EUA para o Distrito Central da Califórnia, reforçou o alerta ao público. Ele destacou que “novas oportunidades de investimento podem parecer tentadoras”, mas muitas vezes escondem criminosos especializados em manipulação psicológica.

O procurador explicou que a quadrilha roubou e lavou dezenas de milhões de dólares com técnicas sofisticadas. Ele também agradeceu às agências parceiras pela atuação conjunta e orientou os investidores a redobrarem a cautela.

Ainda mais, a megaoperação internacional marca uma das maiores ações recentes contra fraudes de criptomoedas nos EUA, revelando a dimensão global desses crimes e o esforço crescente das autoridades para combatê-los.

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