O Ibovespa, principal índice da Bolsa brasileira, fechou esta “super quarta” (28) em alta de 1,52%, aos 184.691,05 pontos, renovando novamente seu recorde de fechamento e intradiário (185.064,76 pontos).
A valorização foi impulsionada pela rotação de investimentos para mercados emergentes, como o Brasil, mesmo com a manutenção das taxas de juros pelo Federal Reserve (Fed), segundo reportagem do jornal Valor Econômico.
Investidores também voltaram seu foco para o anúncio do Comitê de Política Monetária (Copom). Após o fechamento do mercado, o Comitê manteve a taxa Selic em 15% ao ano pela quinta vez consecutiva, segurando os juros no maior nível desde 2006.
Há duas semanas, o índice superou pela primeira vez a marca dos 165 mil pontos, recorde anterior registrado em dezembro. Desde então, a Bolsa renovou máximas em 8 das últimas 11 sessões, acumulando avanço de 11,83% — 19,5 mil pontos.
A alta do Ibovespa também foi sustentada principalmente por ações de grande peso no índice. No setor bancário, Banco do Brasil avançou 2,88%, Santander subiu 2,32% e Itaú teve alta de 2,25%. O Bradesco encerrou em alta tanto nas ações ordinárias (+1,08%) quanto preferenciais (+1,35%).
No setor de commodities, Petrobras registrou ganhos de 2,90% nas ações ordinárias e 3,35% nas preferenciais, enquanto Vale avançou 2,44%.
Entre as maiores altas do dia destacaram-se Raízen (+20%), C&A (+8,60%) e Usiminas (+6,57%). Já entre as quedas, ficaram Embraer (-3,53%), CPFL (-2,84%) e BRF (-2,51%).
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