O IFIX encerrou a segunda-feira (19) em 3.813,38 pontos, alta de 0,11% na sessão, um avanço de 4,08 pontos frente ao pregão anterior. Com esse resultado, o índiO IFIX encerrou a segunda-feira (19) em 3.813,38 pontos, alta de 0,11% na sessão, um avanço de 4,08 pontos frente ao pregão anterior. Com esse resultado, o índi

IFIX sobe 0,11% e volta a fechar acima de 3.800 pontos

2026/01/20 06:35

IFIX sobe 0,11% e volta a fechar acima de 3.800 pontos

O IFIX encerrou a segunda-feira (19) em 3.813,38 pontos, alta de 0,11% na sessão, um avanço de 4,08 pontos frente ao pregão anterior. Com esse resultado, o índice voltou a fechar acima do patamar de 3.800 pontos, sinalizando resiliência no desempenho recente do mercado de fundos imobiliários. Durante o dia, oscilou entre 3.809,30 e 3.817,71 pontos, mantendo o teto como a máxima dos últimos 12 meses.

No panorama das maiores altas, o ICRI11 liderou com valorização de 2,71%, encerrando a R$ 93,85. O movimento reforça o apetite por ativos de crédito estruturado, em um ambiente de juros em ajuste e busca por renda recorrente. Em seguida, o VGIP11 avançou 1,68%, fechando a R$ 81,00, figurando entre os destaques de rendimento percentual do dia.

O desempenho negativo ficou por conta do JSCR11, que recuou 2,08% e terminou cotado a R$ 8,46. O RBFF11 também cedeu, com queda de 1,23%, fechando a R$ 10,43. Apesar das correções, o mercado manteve liquidez equilibrada e amplitude moderada de variações, sem gatilhos setoriais relevantes ao longo da sessão.

Entre os indicadores de referência, o recorde de 12 meses permanece em 3.817,71 pontos, registrado no intraday desta segunda-feira. Já a mínima do período continua em 2.970,60 pontos, refletindo a recuperação acumulada do índice desde os momentos de maior aversão a risco.

A recomposição acima dos 3.800 pontos coloca o IFIX em trajetória técnica construtiva, com suporte testado no intraday e teto renovado no período anual. Investidores seguem atentos ao calendário de dividendos e à curva de juros, fatores que costumam direcionar os fluxos para os segmentos de tijolo e papel.

Para os próximos pregões, a expectativa é de manutenção da volatilidade contida, com possível consolidação próximo das máximas recentes. Caso o volume acompanhe, o índice pode buscar novas expansões, enquanto a seletividade por qualidade de crédito e vacância seguirá guiando a rotação entre os principais fundos imobiliários.

No curto prazo, a leitura técnica favorece movimentos graduais, com o IFIX sustentando o patamar reconquistado e o mercado atento a sinais de reforço de tendência.

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